A testar
Nova rubrica: vamos falar sobre brinquedos. Bem, vamos fazer mais do que falar, vamos ver o que está bem e o que está menos bem, dar uma opinião sobre as áreas que esse brinquedo estimula nas crianças, a idade adequada para começar a utilizá-lo,…
Os brinquedos aqui reportados são vistos, analisados e experimentados e a opinião dada é feita com base na experiência de trabalho e no conhecimento adquirido em psicologia infantil.
Vamos mostrar fotografias que tentem mostrar da melhor forma o brinquedo.
Podem seguir a nova categoria A testar que vai conter todos os testes.
Assim, além da apreciação geral sobre o brinquedo, temos um resumo de 4 parâmetros de avaliação:
Qualidade/Preço: com uma escala de 1 a 5, abaixo descrita,
1 – Preço elevado para a qualidade do produto
2 – Preço maior do que a qualidade do produto
3 – Preço adequado à qualidade do produto
4 – Boa qualidade para o preço do produto
5 – Grande qualidade para o preço do produto
BenefÃcios: áreas que desenvolve e estimula.
Idade: A partir de que idade a criança beneficia mais do brincar.
Classificação: apreciação geral do produto, tendo em consideração todos os critérios, numa escala de 1 a 10.
Todas as sugestões/opiniões são bem vindas.
Participem!
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Ansiedade
Dor de barriga, palpitações, suores, … quem ainda não sentiu ansiedade em alguma situação na sua vida? Acontece a todos, de pequenos a grandes.
Nas crianças é comum sentirem ansiedade, em particular quando enfrentam situações novas, tal como a entrada para a escola ou o regresso à mesma. Dificuldades em dormir, em comer ou mesmo frases de recusa em ir à escola não são de surpreender. (Ver Ansiedade: o «nervoso miudinho»).
A preocupação deve surgir quando ainda acontece ao fim de pelo menos um mês e traz stress/sofrimento à criança; alguns dos sintomas podem ser a dificuldade em separar-se dos adultos significativos, em estar sozinha ou ir para outros locais sem os adultos, a preocupação em perder os adultos (que aconteça alguma coisa à criança, como perder-se, ou ao adulto), os pesadelos, entre outros sintomas.
Neste cenário, fará bem considerar procurara ajuda de um especialista em saúde infantil, como um pediatra, psicólogo ou pedopsiquiatra – alguém em quem confie.
Entretanto, pode ir ajudando a diminuir a ansiedade, falando com a criança sobre os seus receios e tranquilizando-a, de modo a que ela se sinta segura.
Por exemplo, crie uma rotina quando vai buscar a criança à escola e caso haja alterações, ligue para a escola e peça para avisarem a criança que vai chegar mais tarde ou será outra pessoa – o avô, a irmã mais velha, o tio, a ir buscá-la.

Fique com a criança 5 minutos antes desta adormecer, lendo uma história ou conversando, para a prepara para o sono.
Incite a criança a ser autónoma e independente, sem a forçar (não aumentar a ansiedade).
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Tabela de comportamentos [uma ideia]
Como prometemos, aqui fica um quadro simples e genérico (lembrando sempre que estes quadros têm de ser personalizados).

Clickar para efectuar download
Começamos por combinar com a criança o comportamento a mudar, que poderia ser algo assim:
“Quando o professor manda trabalhos de casa, tu tens que os fazer. Se quando acabarmos de jantar os trabalhos de casa estiverem feitos, ganhas uma estrela; se não estiverem, não temos nada para lá colocar. Todos os dias vamos ver se há estrelas para colocar no quadro.
No Domingo depois do almoço, vamos contar as estrelas se forem 4 tens direito a escolher um prémio do quadro. Se forem menos de 4, temos de esperar que na próxima semana tenhas as 4 estrelas para poderes escolher o prémioâ€.
No lugar das estrelas podem ser utilizados autocolantes, smiles, etc… Assim, quando a criança chega a casa, lembramos que está o quadro na porta frigorÃfico e que depois do jantar vamos ver os trabalhos de casa. Não serve fazer os trabalhos antes de deitar, eles têm que estar feitos na hora combinada. É preciso combinar o que acontece quando o professor não manda trabalhos de casa (se recebe a estrela à mesma) mas de modo a permitir à criança cumprir positivamente o quadro para poder obter a recompensa.
No Domingo depois de almoço, vão ao frigorÃfico (falamos do frigorÃfico porque é um lugar acessÃvel à criança, que ela vê com bastante frequência e que lhe permite a ela própria controlar) verificar se há direito a recompensa. Se houver a criança escolhe uma das duas oferecidas (ouvir uma história ou ver um filme) e retira a folha do frigorÃfico, para dar lugar a uma nova.
Para quem não teve oportunidade, leia o post anterior para mais informação sobre quadros de comportamento.
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Tabela de comportamentos [como fazer uma]
Recebemos um contacto a pedir indicações para uma tabela de comportamentos, pelo que vamos falar um pouco sobre este assunto e explicar como podem criar uma tabela de comportamentos.
Já falamos sobre estas tabelas anteriormente. As tabelas de comportamento servem para controlar os comportamentos que queremos mudar; isto pode ser feito de várias maneiras, como por exemplo, incentivando os bons comportamentos ou diminuindo o número de vezes que os comportamentos ocorrem. Estas tabelas são feitas especificamente para cada criança e utilizam-se vários processos para as construir.
Vamos dar o exemplo de uma.
Imaginemos que há uma criança que está a “portar-se mal“; primeiro é preciso definir o que é “portar-se mal“, se é gritar, se é bater, se é atirar-se para o chão.
O segundo passo é escolher qual o comportamento que vamos mudar, porque não podemos mudar todos ao mesmo tempo – começamos sempre com um e só depois deste ter diminuÃdo ou desaparecido é que podemos trocar por outro -.
O terceiro passo é evitar o mais possÃvel situações que provoquem esse comportamento, porque assim diminuÃmos logo o número de vezes que os comportamentos ocorrem. Por exemplo, imaginemos que a criança não quer fazer os trabalhos de casa; podemos alterar a situação tentando perceber qual a melhor altura para ela fazer os trabalhos de casa, se quando chega da escola e antes de brincar ou se precisa de brincar e depois do lanche já estará mais disponÃvel para trabalhar.
Controlando o ambiente, podemos então começar a mudar os comportamentos. Assim, o quarto passo é informar todos os adultos que estão com a criança no contexto onde ocorrem os comportamentos para saberem qual é o comportamento a mudar, qual a consequência para a criança quando este comportamento ocorre e qual a consequência (recompensa) quando a criança controla o comportamento.
O quinto passo é informar a criança; ela tem de saber com precisão o que pode fazer, o que deve evitar e o que acontece nas duas situações. Vou dar um exemplo: explicamos à criança que os trabalhos de casa têm que ser feitos sempre que o professor os mandar. Se ela fizer todos os que foram mandados durante a semana, no fim-de-semana pode escolher entre ver um filme ou brincar 30 minutos com o jogo favorito dela. Nesta altura podemos fazer a tabela em conjunto com a criança (por exemplo podem fazer no computador uma tabela, onde na 1.ª linha escrevem os dias da semana e a segunda linha fica em branco ; combinam o sÃmbolo para “sim” –ex, um sorriso, uma boneco, um sol…- e um sÃmbolo para “não” –ex, um smile triste, um boneco triste uma nuvem…- que depois colam conforme a situação).
Uma nota sobre as recompensas: estas são escolhidas pelos adultos, dentro dos gostos e interesses das crianças; pode ser um passeio, ver um filme, jogar a um jogo, convidar um amigo para brincar, … Não se deve recompensar com presentes ou comida, nem oferecer a escolha à criança (porque aà ficamos dependentes dela) mas sim a opção entre duas recompensas oferecidas por nós.
Ora bem, o sexto passo, depois de nos certificarmos que a criança compreendeu bem o que é esperado dela, é afixar em sÃtio visÃvel (no frigorÃfico, num quadro de cortiça, …) e preencherem todos os dias.
Evite estar sempre a falar no quadro ou lembrar à criança; basta perguntar antes do jantar se os trabalhos estão feitos e assinalarem no quadro; a partir daà não é preciso falar mais sobre o quadro a não ser no fim-de-semana quando forem verificar se há recompensa ou não. Se não houver recompensa, diz-se à criança apenas que esta semana não vai haver porque não foi feito o que combinaram, mas que na próxima semana tem novamente hipótese de ganhar a recompensa.

Por Pink Sherbet Photography no Flickr
Isto não é uma fórmula para todas as crianças; algumas precisam de recompensas diárias, outras conseguem esperar mais tempo; nem sempre são fáceis de aplicar e os adultos têm de ser muito coerentes ou senão não funciona.
No próximo artigo vamos colocar um exemplo de uma tabela um pouco complexa para servir de exemplo.
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Avaliação psicológica: como funciona?
Sempre que alguém se dirige a uma consulta de psicologia porque sente necessidade de ajuda para resolver um problema pelo qual está a passsar ou que o(a) seu(sua) filho(a) está a passar, há alguns passos que são sempre feitos antes do psicólogo iniciar o processo terapêutico (trabalho realizado pelo psicólogo para promover uma mudança na vida da pessoa que permita ultrapassar esse problema, e que depende sempre do estabelecimento de uma relação de confiança entre o psicólogo e a pessoa que o consulta).
Assim, o inicio começa com uma avaliação psicológica para poder determinar o diagnóstico (o que se passa) e qual o melhor caminho a seguir. Quando falamos de crianças, há algumas diferenças em relação ao adulto e hoje vamos falar sobre avaliações de crianças.
O primeiro passo é uma Entrevista com os pais ou quem conhece bem a criança para se poder recolher a anamnese, i.e., todos os dados relevantes sobre a vida da criança, desde o tempo da gravidez, passando pelo parto, pelo desenvolvimento, as entradas para as escolas e até as suas rotinas de semana e fim-de-semana. Estas informações ajudam a determinar qual o caminho a seguir no passo seguinte, nomeadamente, quais os testes que vão ser aplicados, uma vez que não se deve submeter as crianças a testes desnecessários, que apenas a vão fatigar e retirar dados que não vão servir de suporte ao trabalho do psicólogo.
Os testes psicológicos são feitos consoante o motivo da procura da consulta e a idade da criança, ou seja, são avaliados os aspectos mais relevantes para compreender o que se poderá estar a passar; podem ser testes de personalidade, de inteligência, de desenvolvimento, de orientação escolar, …
É feita também uma sessão de observação da criança, na qual se pode falar, brincar ou até fazer jogos com a criança. Todo este trabalho de avaliação pode demorar 4 a 6 sessões, dependendo do ritmo de trabalho da criança (se se cansa facilmente, se tem mais dificuldades em realizar as tarefas, …).
No fim, o psicólogo recolhe estes dados todos, cruza as informações da entrevista, dos testes e das observações e elabora um relatório onde resume os dados obtidos e coloca a informação pertinente, ou seja, quais os pontos fortes da criança, que áreas necessita de desenvolver, bem como indicações para futuro (pode ser acompanhamento psicológico, podem ser apenas recomendações e sugestões de como trabalhar as áreas menos desenvolvidos, pode ser encaminhamento para consultas médicas de especialidade – neurologia, pediatria, pedopsiquiatria,…-).
Este relatório contém apenas a informação relevante para responder à questão que foi colocada inicialmente e é entregue aos pais da criança (ou a pessoa que é encarregue da criança).
Nesta última fase, aproveite para colocar todas as suas questões sobre o problema que o levou lá e qual a melhor maneira de prosseguir, para que possa tomar uma decisão sobre o que fazer com base em todas as informações que reuniu.
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Dificuldades de Aprendizagem
Este vÃdeo mostra a importância de realizar um diagnóstico correcto e o impacto que pode ter na vida de algumas crianças.
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Crianças: Auto-controle e sucesso
Nos anos 60, Walter Mischel, um professor de Psicologia da Universidade de Stanford estava encarregue de uma experiência que ficou conhecida como “O teste do marshmallow“; nesta experiência era colocado um marshmallow frente a uma criança e era-lhe proposto um acordo: podia comer aquele marshmallow agora ou se esperasse que o adulto saÃsse da sala e não comesse logo o doce, era-lhe oferecido outro quando o adulto voltasse.
Algumas crianças comeram poucos segundos depois, enquanto que outras aguardaram os 15 minutos (muito tempo de espera para idades pequenas).
As crianças foram seguidas posteriormente e aquelas que esperaram pelo regresso do adulto eram mais bem sucedidas na vida do que as que não esperaram
O que é que esta experiência ensina?
Bom, que a capacidade o adiar da gratificação do “agora” para “depois” implica um grande auto-controle e esta capacidade é um bom predictor de sucesso futuro.
Os pais desempenham papel importante e podem ajudar a trabalhar o tempo de espera e de auto-controle através da imposição de limites e disciplina. Podem também ajudar através de estratégias que ajudem a distrais da “tentação”, tais como ajudar a contar até um certo número, ou ocupar o pensamento com outros assuntos.
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Ansiedade: o «nervoso miudinho»
Com o aproximar do final do ano lectivo (este 3.º perÃodo é muito curto) vem a ansiedade do “será que vou passar de ano?”, “será que vou ter boas notas?”, “como vai ser a nova escola para o ano?” ,…
Todos nós experienciamos perÃodos nos quais sentimos ansiedade e insegurança e como tal, é natural que as crianças (e adolescentes) também os experienciem. Faz parte da vida e não os podemos evitar.
A este sentimento de insegurança chama-se ansiedade e pode exprimir-se a nÃvel:
- Psicológico: inquietação, medo, cansaço, dificuldades de concentração, irritação, dificuldades de sono,…
ou
- FÃsico: coração acelerado, “borboletas no estômagoâ€, tensão muscular, tonturas, diarreias, suores, …
Trata-se de uma reacção normal a alguns acontecimentos; para alguns é o enfrentar de uma situação nova, tal como o primeiro dia de escola ou de trabalho, para outros pode ser o de se expor perante os pares e colegas ou ainda os testes e avaliações que temos de fazer.
É a maneira que o nosso cérebro tem para nos avisar que estamos perante uma situação que pode ser perigosa e de nos deixar alerta para podermos assumir o controle da situação; dá-nos adrenalina para prosseguir.
A ansiedade só se torna perigosa quando começa a impedir-nos de fazer as rotinas normais da nossa vida e se transformam em fobias (medos irracionais de objectos ou situações) ou em ataques de pânico (manifestação fÃsica de sensação de asfixia e medo de morrer) e nos começam a impedir de frequentar lugares ou de fazer algumas actividades que eram habituais. Nestes casos, o melhor é procurar ajuda para podermos recuperar o controlo sobre as nossas vidas.
Deixamos aqui algumas sugestões para diminuir a ansiedade:
• Diminuir o consumo de café: é um óptimo estimulante, mas o levantar 5 minutos mais cedo e espreguiçar-se, bem como o sentar-se à mesa para tomar o pequeno-almoço, ajuda a descontrair e dá-lhe um tempo extra para acordar.
• Sair de casa mais cedo: 10 minutos podem ser o suficiente para um imprevisto no trânsito e impedir que fique ansioso quando está parado no trânsito.
• Planificar o trabalho: estabelecer tarefas e priorizá-las ajuda a prevenir os esquecimentos (que depois nos forçam a ficar mais tempo) a dar uma maior sensação de controlo sobre a nossa vida (e não de que é o trabalho que nos controla). Uma secretária com fotografias do seu agrado ou plantas também ajuda a tornar o local mais agradável (já que passamos um terço do nosso dia lá)
• Fale: esclareça, de forma assertiva o que as situações que trazem preocupações com as pessoas certas, i.e., com aquelas que podem mudar as situações; adiar os conflitos só aumenta o sentimento de impotência e ansiedade.
• Relaxe: uma boa técnica de relaxamento consiste numa contracção sistemática dos principais músculos do corpo, seguida de uma distensão. Para isso instale-se num lugar tranquilo, descalço e vestido confortavelmente; em seguida deite-se de costas, braços ao longo do corpo e com as palmas das mãos viradas para cima. Inspire profundamente, retenha a respiração durante alguns segundos e expire lentamente; contraia com a maior força possÃvel os músculos da cara durante 5 segundos e depois descontraia. Faça o mesmo com os músculos dos ombros, dos braços, das mãos, até aos dedos dos pés. Por último permaneça imóvel durante alguns minutos imaginando algo de agradável.
• Sono: uma boa noite de sono recarrega as baterias para o dia seguinte, portanto evite jantares pesados, leia confortavelmente um livro antes de deitar, tenha o quarto bem arejado e a uma temperatura agradável.
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A Felicidade…
Martin Seligman faz uma conferência no TED sobre Psicologia Positiva, mostrando que a Psicologia já não é sobre ajudar a encontrar o que está de errado connosco, mas sim ajudar a perceber como a nossa vida pode ser melhor.
Pode ajudar-nos a descobrir quais as nossas forças e como desenvolvê-las para aproveitar o melhor da vida.
Pode ajudar-nos a ser mais felizes.
P.S. – 1 ideia deste vÃdeo:
a) Uma das caracterÃsticas das pessoas felizes é que são extremamente sociais, passando pouco tempo sozinhas
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501 maneiras para ser um bom pai
De regresso ao trabalho, encontro-me também de regresso à escola.
Foi-me dada a oportunidade de frequentar um curso de Formação em “Avaliação de Promoção de Competências Parentaisâ€, ministrado pela Dra. Rute Agulhas. Embora ainda estejamos a meio do curso, já estou a retirar grandes proveitos e um deles vou partilhar aqui convosco.
Deixo-vos as “10 melhores coisas que pode dizer ao seu filhoâ€, traduzido e adaptado pela Dra. Rute Agulhas, do livro “501 WAYS TO BE A GOOD PARENT : From the Frantic Fours to the Terrible Twelvesâ€.
O melhor
- Tu foste sempre uma alegria na minha vida
- É bom contar o que nos acontece
- Estou muito orgulhoso de ti, estiveste tão bem!
- Eu disse não.
- Não há problema em chorar ou sentirmo-nos tristes ou assustados
- É normal errarmos e enganarmo-nos
- És muito esperto em teres-te lembrado disso/em teres feito isso
- Podes estar sem fazer nada
- Eu gosto de ti como tu és
- Eu amo-te
Há sempre situações todos os dias onde podemos dizer qualquer uma destas frases (às vezes até mais do que uma frase e mais do que uma vez). por isso toca de praticar.
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