Tomar decisões

Novembro 2nd, 2010
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Nem sempre é fácil tomar decisões; como escolher entre as várias oportunidades que temos? Como vamos saber se a decisão tomada é a mais certa? Será que devíamos ter escolhido outra opção? Ou nenhuma?

Bom, para diminuir a ansiedade quanto a tomar decisões, trazemos um vídeo de um psicólogo, Dr Philip Zimbardo, sobre este assunto. Ele fala também numa experiência que falámos há pouco tempo, sobre a importância da capacidade de auto-controlo e de adiar a gratificação. O vídeo de hoje integra este conceito numa teoria de que as nossas decisões são tomadas com base numa perspectiva temporal (“Time Perspectiveâ€) e como isso pode influenciar a nossa vida.

O mais interessante (para mim) é a sugestão de como podemos melhorar a nossa capacidade de tomar decisões (com base no passado, presente ou futuro) de modo a sermos mais felizes.
Vejam em:

ps. Não se esqueçam de nos mencionar no Twitter, partilhando assim o vosso tweet no topo do site.

Brincar, educação infantil e sociedade [conferência]

Junho 7th, 2010
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Já aqui falamos sobre A Importância do Brincar, e para reforçar que brincar é uma coisa séria, deixamos aqui a notícia de uma conferência internacional, que vai ocorrer em Lisboa, organizada pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa em cooperação com o “International Council for Children´s Play“ .

O “International Council for Children´s Play“ é uma entidade que se dedica ao estudo do direito da criança ao jogo, investigando sobre o Jogo e como este pode contribuir para a integração escolar e no desenvolvimento da criança.

Vai acontecer entre os dias 16 a 18 de Junho de 2010 e o título e tópico central da conferência será “Play, children education and society”.
De acordo com as informações que me foram gentilmente enviadas (Obrigada!), serão desenvolvidos diversos temas tais como:

  • Jogo e aprendizagem;
  • Jogo e necessidades educativas especiais;
  • Jogo e novas tecnologias;
  • Jogo arte; e
  • Design e Jogo e Literacia.

Leiam o programa que aqui deixamos e consultem a página da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa para mais esclarecimentos.

Bom dia da Criança

Junho 1st, 2010
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  Agora, todos a saltar.

Fotos do Flickr dos autores gitsul., Libertinus, Pink Sherbet Photography, DragonDrop, JeHu68, frankjuarez, Jeff Kubina, thelastminute, mikebaird e Harold Laudeus.

Ansiedade: o «nervoso miudinho»

Abril 28th, 2010
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Com o aproximar do final do ano lectivo (este 3.º período é muito curto) vem a ansiedade do “será que vou passar de ano?”, “será que vou ter boas notas?”, “como vai ser a nova escola para o ano?” ,…
Todos nós experienciamos períodos nos quais sentimos ansiedade e insegurança e como tal, é natural que as crianças (e adolescentes) também os experienciem. Faz parte da vida e não os podemos evitar.

A este sentimento de insegurança chama-se ansiedade e pode exprimir-se a nível:
- Psicológico: inquietação, medo, cansaço, dificuldades de concentração, irritação, dificuldades de sono,…
ou
- Físico: coração acelerado, “borboletas no estômagoâ€, tensão muscular, tonturas, diarreias, suores, …

Trata-se de uma reacção normal a alguns acontecimentos; para alguns é o enfrentar de uma situação nova, tal como o primeiro dia de escola ou de trabalho, para outros pode ser o de se expor perante os pares e colegas ou ainda os testes e avaliações que temos de fazer.
É a maneira que o nosso cérebro tem para nos avisar que estamos perante uma situação que pode ser perigosa e de nos deixar alerta para podermos assumir o controle da situação; dá-nos adrenalina para prosseguir.

A ansiedade só se torna perigosa quando começa a impedir-nos de fazer as rotinas normais da nossa vida e se transformam em fobias (medos irracionais de objectos ou situações) ou em ataques de pânico (manifestação física de sensação de asfixia e medo de morrer) e nos começam a impedir de frequentar lugares ou de fazer algumas actividades que eram habituais. Nestes casos, o melhor é procurar ajuda para podermos recuperar o controlo sobre as nossas vidas.

Deixamos aqui algumas sugestões para diminuir a ansiedade:

• Diminuir o consumo de café: é um óptimo estimulante, mas o levantar 5 minutos mais cedo e espreguiçar-se, bem como o sentar-se à mesa para tomar o pequeno-almoço, ajuda a descontrair e dá-lhe um tempo extra para acordar.

• Sair de casa mais cedo: 10 minutos podem ser o suficiente para um imprevisto no trânsito e impedir que fique ansioso quando está parado no trânsito.

• Planificar o trabalho: estabelecer tarefas e priorizá-las ajuda a prevenir os esquecimentos (que depois nos forçam a ficar mais tempo) a dar uma maior sensação de controlo sobre a nossa vida (e não de que é o trabalho que nos controla). Uma secretária com fotografias do seu agrado ou plantas também ajuda a tornar o local mais agradável (já que passamos um terço do nosso dia lá)

• Fale: esclareça, de forma assertiva o que as situações que trazem preocupações com as pessoas certas, i.e., com aquelas que podem mudar as situações; adiar os conflitos só aumenta o sentimento de impotência e ansiedade.

• Relaxe: uma boa técnica de relaxamento consiste numa contracção sistemática dos principais músculos do corpo, seguida de uma distensão. Para isso instale-se num lugar tranquilo, descalço e vestido confortavelmente; em seguida deite-se de costas, braços ao longo do corpo e com as palmas das mãos viradas para cima. Inspire profundamente, retenha a respiração durante alguns segundos e expire lentamente; contraia com a maior força possível os músculos da cara durante 5 segundos e depois descontraia. Faça o mesmo com os músculos dos ombros, dos braços, das mãos, até aos dedos dos pés. Por último permaneça imóvel durante alguns minutos imaginando algo de agradável.

• Sono: uma boa noite de sono recarrega as baterias para o dia seguinte, portanto evite jantares pesados, leia confortavelmente um livro antes de deitar, tenha o quarto bem arejado e a uma temperatura agradável.

Actividade para a Páscoa

Março 23rd, 2010
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Lembrámo-nos de fazer novamente uma actividade de culinária, como já fizemos noutro tempo. Esta é rápida de fazer e fica óptima. A ideia é fazer o download das imagens (em desenho para os mais pequenos, com imagens reais para os mais crescidos) para que sejam as crianças a fazer a receita sozinhas (nós explicamos primeiro aos pais para que estes possam dar umas indicações de como se faz).

Tal como da outra vez, esta actividade também tem o objectivo de ser didáctica e trabalhar a psicomotricidade (Planeamento e Organização da tarefa, Sequenciação, Atenção, Motricidade fina).

A receita precisa de

- 1 embalagem de massa folhada
- 1 maçã cortada em pedaços pequenos
- Doce de maçã
- Canela
- Formas para ir ao forno


(Click para puxar o PDF)

Faz-se assim

Colocamos o avental e todos os ingredientes em cima da mesa (a ordem das imagens corresponde à ordem da receita).

Barram-se as formas com manteiga/margarina e farinha. Estende-se a massa folhada (existem algumas que já não precisam do rolo da massa e poupam alguma tempo) e os pais cortam em rectângulos com tamanho suficiente para forrar as formas e sobrar um pouco para fechar (estilo“empadaâ€).

As crianças colocam a massa dentro das formas. Dentro da massa colocam os pedaços de maçã, seguidos por uma colher de chá de doce e polvilham com canela. Por fim, fecha-se o bolinho com o resto da massa e é só levar ao forno.

Uma Páscoa bem boa….

dia do Pai

Março 19th, 2010
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Neste dia do pai, vou escrever também para aqueles que ainda não o são.
A Associação Portuguesa para a Infertilidade lançou um site Quero Ser Pai. para que os futuros pais possam deixar uma mensagem aos seus (futuros) filhos, que vale a pena visitar.
A APFertilidade é uma associação que ajuda casais com problemas de fertilidade, fornecendo informações úteis sobre este problema de saúde, apoio legal, grupos de apoio, entre outros. Podem também consultar informação sobre causas de infertilidade, diagnósticos e tratamentos.
Por isso, hoje deixo o meu Post de Parabéns para os futuros pais, aqueles que querem cuidar dos seus filhos, pois estes mais tarde também cuidarão deles.

Alienação Parental

Fevereiro 3rd, 2010
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Fala-se ultimamente em “Síndrome de Alienação Parentalâ€; embora este termo não seja o correcto, a alienação parental existe quando um dos progenitores tenta repetidamente denegrir o outro progenitor junto da criança, habitualmente durante uma situação de divórcio; contudo não deixa de ser uma situação de maus-tratos emocionais para as crianças.

O divórcio é o 2.º acontecimento de vida mais gerador de stress, que nem sempre é fácil de gerir; aceitar o final de uma relação e adaptar-se a novas realidades é difícil e leva tempo.  Por vezes o conflito que surge entre os pais afecta os filhos sem que estes o percebam. E isto acarreta consequências:

- Relações interpessoais: dificuldade em estabelecer relações de confiança com outras pessoas e em relações de maior intimidade;

- Baixa tolerância à raiva e hostilidade: dificuldades em lidar com situações que despertem emoções fortes como a raiva (“ferver em pouca águaâ€), em aceitar o “nãoâ€.

- Problemas no sono e na alimentação: dificuldades em adormecer, pesadelos, sono inquieto; pode também existir falta de apetite.

- Maior conflitualidade com figuras de autoridade: dificuldades em segui ordens e orientações de figuras de autoridade (professores, polícias, superiores hierárquicos, …)

- Maior vulnerabilidade e dependência psicológica: auto-estima e auto-confiança mais baixas.

- Sentimento de culpa: a criança é constantemente forçada a escolher um lado e tomar partido, crescendo com um sentimento de culpa e de impotência.

- Doenças psicossomáticas: dores de cabeça, dores de barriga e outras são muito comuns de surgirem, em particular nas situações de stress.

Cada um reage à dor de uma separação da sua própria maneira, sendo que uma maneira construtiva é aceitando o fim da relação a nível emocional e cognitivo, reorganizar e redefinir a família. E isso leva tempo e energia, mas o resultado final é positivo para todos.

Mais Ideias e Presentes de Natal

Dezembro 15th, 2009
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E porque ainda falta um pouco para ao Natal e seguindo as anteriores sugestões, vamos continuar a falar sobre presentes para crianças; hoje vamos até à idade da entrada para a escola.

Antes de continuarmos, lembramos que na última ligação feita no Facebook do Manual perguntávamos que prendas irão os vossos filhos receber. Participem, pois a comunicação entre pais pode trazer ideias muito boas que podem até fugir ao mais convencional, surpreendendo de facto as crianças (não se esqueçam de acrescentar a página ao vosso perfil).

Dos 2 aos 3 anos a criança aprende a:

  • Saltar, a trepar e pode andar em pé coxinho;
  • Construir uma torre e uma ponte com três cubos;
  • Fazer perguntas, compreende a maior parte do que lhe dizem;
  • Brincar verdadeiramente com as outras crianças (aumenta o tempo de trocas significativas com as outras crianças).

Presentes: mantém-se as bonecas, os carros, os camiões, comboios e os acessórios (casas, animais, garagens, telefones, …), os lápis de cera, as plasticinas coloridas, os livros didácticos, os legos, os puzzles. Caixas de música e pianos continuam apropriados. Os jogos de encaixe e de enfiamentos para trabalhar a motricidade e as bolas (claro). Os triciclos fazem bons presentes também. Alguns jogos de mesa podem também ser oferecidos (cartas para completar pares, …).

Dos 3 aos 5 anos, já é capaz de :

  • Andar sozinha, andar em bicos dos pés, saltar, subir e descer escadas;
  • Falar de forma compreensível e fazer muitas perguntas;
  • Ouvir histórias com atenção e reproduzir parte das histórias que ouve;
  • Desenhar a figura humana (cabeça, tronco e membros);
  • Reconhecer cores (quatro), tamanhos, formas, o grande e o pequeno.

Presentes: a capacidade de atenção da criança começa a aumentar, pelo que filmes de animação são bons presentes. Carros, pistas de carros e carros com controle remoto começam a ser os favoritos dos rapazes. Para as meninas continuam as bonecas, com os pratos, copos, talheres, comidas,… Kits de médico, bombeiros, escavadoras, casas, quintas, animais, também servem. Livros que trabalhem os conceitos como cores, tamanhos, formas. Digitintas (tintas não tóxicas para pintar com os dedos) e mesmo tintas para pincéis são óptimas uma vez que a criança quando for para a escola precisará de ter alguma destreza manual para conseguir escrever.

Dos 5 aos 6 anos a criança:

  • Sabe dançar ao som da música;
  • Fala correctamente, perguntando o significado de palavras abstractas;
  • Começa a distinguir a direita e a esquerda, ontem e amanhã;
  • Interessa-se pelas actividades da casa e do bairro;
  • Inventa jogos e muda-lhes as regras enquanto joga.

Presentes: Mantêm-se os anteriores mas agora surgem as bicicletas, os jogos de tabuleiro, os jogos de associação (de iguais, dominós, …) e os kits de experiências.

Outras Ideias e Presentes de Natal

Dezembro 9th, 2009
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Vamos continuar a falar sobre presentes de Natal; já vimos algumas ideias para as crianças até aos 9 meses, começamos agora com as crianças de 18 meses, as suas capacidades e as nossas ideias.

Até aos 18 meses a criança já:

  • Executa gestos a pedido.
  • Aumenta progressivamente o vocabulário produzindo algumas palavras.
  • Anda sem apoio.
  • Identifica 2 objectos.
  • Rabisca espontaneamente.
  • Produz 3 palavras.

Muitos dos presentes da faixa anterior podem também ser oferecidos, tais como livros com imagens, carrinhos, os aviões, as bonecas. Os triciclos com pedais para estimular a coordenação olho-pé são importantes, bem como as bolas. Lápis de cera grossos (porque facilita o segurar) para começar a rabiscar são uma óptima prenda. Jogos de enfiamentos (passar um cordel por dentro de formas, por ex.) Jogos de construção como os legos grandes fazem boas prendas.

Com 24 meses a criança consegue:

  • Tirar a roupa.
  • Construir torres (3 cubos).
  • Apontar 2 figuras.
  • Chutar a bola.
  • Seguir ordens simples.

Bolas, claro, para chutar e correr. Muitos livros didácticos que ensinem, por exemplo as cores.

Os puzzles de 4 peças com imagens simples e grandes ou os cubos também com imagens. Continuam as bonecas, os carros, os camiões e começam a interessar-se pelos brinquedos mais complexos como quintas com animais, casas com pessoas, são bons para desenvolver linguagem e criatividade. Além dos lápis de cera, as plasticinas coloridas (vigiadas porque a cor e o cheiro podem induzir a que a criança coma a plasticina) e modeláveis são boas para trabalhar a motricidade

Bom, não ficamos por aqui. Faltam ainda as crianças em idade pré-escolar, em idade escolar, os adolescentes, … até ao Natal ainda há muito para falar.

Ideias e Presentes de Natal

Dezembro 2nd, 2009
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Estamos tão perto do Natal que pensámos em falar sobre presentes. Embora na maioria das vezes está escrito na embalagem dos brinquedos qual a faixa etária mais adequada, nem sempre é fácil escolhermos entre tanta oferta. Vamos dar uma pequena ajuda, mostrando quais as capacidades que as crianças têm em cada faixa etária e como podemos ajudar a estimular e a adquirir novas capacidades.

Ficam algumas ideias para alegrar o Natal da criançada. Vamos começar hoje pela faixa etária até aos 12meses.

Aos 6 meses a criança já consegue

  • Responder activamente às solicitações do adulto: ri, olha, emite sons,…
  • Alcançar e segurar objectos e brinquedos.
  • Levar objetos a boca.
  • Emitir e localizar sons.
  • Rolar.

Os melhores presentes para esta idade são os que desenvolvem a comunicação e audição, que emitam sons, músicas, tais como rocas, mobiles, projectores; brinquedos que promovam a estimulação dos sentido táctil (e não só), com várias cores, macios e com texturas diferentes, como os ginásios, os peluches e livros com texturas; brinquedos de causa e efeito, como aqueles onde a criança quando carrega num botão e este emite som. Brinquedos que estimulem o movimento, como o agarrar e o gatinhar também são importantes.

Aos 9 meses a criança já é capaz de:

  • Procurar objectos escondidos.
  • Transferir objectos de uma mão para outra.
  • Emitir sílabas.
  • Sentar-se sem apoio.

Além de alguns presentes da faixa anterior (como os brinquedos de causa e efeito, peluches), podemos começar a estimular novas áreas, tais como a coordenação olho-mão com jogos de encaixe e de empilhar; continuamos a estimular a comunicação com jogos de música tais como pianos, telefones, …

Os triciclos (sem pedais) começam a ser utilizados a partir desta idade.

Aos 12 meses já podemos observar que a criança consegue:

  • Imitar gestos.
  • Fazer a pinça: segura com o polegar e indicador
  • Emitir palavras
  • Andar com apoio.

Agora, os presentes já estimulam o movimento autónomo e começamos a utilizar o andador. Brinquedos como os carrinhos, os aviões, as bonecas, com acessórios (como garagens para os carros) são adequados; contudo é necessário ter em atenção os tamanhos dos brinquedos  não podem ser demasiado pequenos para a criança não os engolir por acidente. Isto aplica-se a brinquedos que se desmontem em partes mais pequenas. Jogos interactivos com sons e palavras para estimular a fala, agora que a criança precisa de adquirir palavras.

Estas sugestões não dispensam nunca a presença do adulto para envolver a criança na brincadeira, até porque este pode estimular o interesse e atenção da criança, ajuda a desenvolver a comunicação e a aquisição das palavras e a relação com o outro.

No próximo post continuamos com as faixas etárias até aos 2 anos.

Boas compras e boas ideias…

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