ClassicToys – Caixa Ursos 36 peças [a testar]

Dezembro 27th, 2011
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Excelente jogo que permite trabalhar em conjunto com a criança ou de forma autónoma.

O material é bonito, fácil de arrumar e permite uma grande variedade de brincadeiras: permite trabalhar a noção corporal, uma vez que os ursinhos são compostos em três: cabeça, tronco e membros inferiores; permite trabalhar a identificação de género masculino e feminino; permite trabalhar as estações do ano através das roupas e até as rotinas diárias (traz pijama).

A melhor característica que possui é permitir trabalhar as emoções através das expressões nos bonecos, há triste, contente, zangado…

Podemos, por exemplo, pedir à criança que conte histórias através dos bonecos, que expresse emoções utilizando as caras dos ursinhos.

Gostámos imenso.


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Resumo (mais info)

Qualidade/Preço: 5
Benefícios: motricidade fina, esquema corporal, emoções
Idade: 4 anos
Classificação: 9

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ClassicToys – Génio das Palavras [a testar]

Dezembro 23rd, 2011
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Cd interativo para a aprendizagem da leitura e escrita, através de gráficos simples que permitem à criança trabalhar forma autónoma ou com a presença de um adulto.

Tem 4 jogos diferentes, onde é preciso escolher a primeira letra de cada palavra, outro em que é necessário completar a palavra escolhendo a letra certa, outro para ordenar as letras de forma a escrever corretamente uma palavra e por fim, frases onde é necessário escrever a palavra que falta.

Contudo, a diferença em relação à maioria dos jogos do género é que não é no computador que se escreve ou que se seleciona a letra, mas sim através da existência de letras em cartão para a criança manusear e escrever ao lado; a função do computador é dar a resposta correta, que permite à criança corrigir a sua resposta.
Assim são trabalhadas áreas como o raciocínio lógico, a perceção auditiva e a linguagem pois as palavras são sempre acompanhadas pela imagem correspondente e com a informação verbal.

Facilita a aprendizagem e trabalha as competências básicas que necessita de adquirir para a leitura e escrita.
Muito interessante quer para pais, quer para profissionais (professores, terapeutas da fala,…)


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Resumo (mais info)
Qualidade/Preço: 5
Benefícios: raciocínio lógico, perceção auditiva e a linguagem
Idade: crianças com mais de 5 anos retiram maior benefício
Classificação: 8

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ClassicToys – Quinta Blocos ABC [a testar]

Dezembro 21st, 2011
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Brinquedo colorido, macio, muito leve e fácil de transportar. Integra 4 cubos, cada um tem a sua especificidade (som, cores, números, letras, animais …).

Este tipo de brinquedos ajuda a desenvolver a perceção auditiva, através dos diferentes sons que produz, a motricidade fina pelo toque e pelo agarrar. Estimula a perceção táctil pela textura, embora se existissem mais texturas para o bebé experienciar, seria melhor.

Possui ainda refletores de lado que funcionam como espelho, que serve ao bebé para ajudar a reconhecer-se e a adquirir a noção corporal; aliás, a partir dos 8 ou 10 meses aumenta a vontade de comunicar e é comum ver bebés a emitir sons para o espelho.
Os dois quadrados na base funcionam igualmente como estimulação.

O brinquedo cumpre a função para que se propõe, mas beneficiava mais se possuísse diferentes texturas.


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Benefícios: desenvolve perceção auditiva, perceção táctil e motricidade fina
Qualidade/Preço: 3
Idade: 6 meses
Classificação: 6

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ClassicToys – Meios de Transporte – 100 peças [a testar]

Dezembro 21st, 2011
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Brinquedo de construção colorido e multifacetado. Tem como objectivo a construção de 6 tipos de meio de transporte: barco, helicóptero, carro, escavadora, mota e buggy; contudo traz apenas as instruções de construção passo-a-passo para um, sendo que a construção dos outros tem que ser feita com ajuda de um adulto, através da observação da imagem (é um quebra-cabeças para crianças e adultos). Podemos no entanto considerar que o facto de um adulto colaborar na construção do brinquedo é um bom tempo passado em família (se houver a paciência e jeito da parte do adulto para o fazer).

O manuseamento das peças e o encaixe das mesmas trabalha motricidade fina, como já explicamos, importante para o desenvolvimento motor. Trabalha igualmente a criatividade, uma vez que permite às crianças imaginar e construir outras peças. Muito importante, ajuda a desenvolver a orientação espacial, igualmente importante para a escrita e leitura, ou actividades mais adultas, como a condução ou a leitura de mapas.

O material parece frágil, mas suporta bem a função para a qual se propõe; as peças são muito pequenas, pelo que é provável que se vão perdendo. Permite a partilha do brinquedo, sendo possível estarem duas crianças a brincar ao mesmo tempo, por exemplo, a construir o barco e o tractor. Arruma-se com facilidade, é leve e divertido e o preço é muito em conta.


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Qualidade/Preço: 5
Benefícios: motricidade fina, criatividade, orientação espacial
Idade: 6 anos +
Classificação: 8

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ClassicToys – Puzzle de Encaixe Vamos ao Mercado [a testar]

Dezembro 20th, 2011
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Puzzle simples de fazer, com uma imagem rica; além do puzzle central permite ainda o encaixe de figuras que surgem no puzzle. De apenas 15 peças, pode ser utilizado a partir dos 4 anos ou até um pouco antes.

O manuseamento das peças e o encaixe das mesmas trabalha motricidade fina, importante para o desenvolvimento motor, usado depois por exemplo, para tarefas minuciosas como a escrita.

É possível fazer um jogo extra para trabalhar a capacidade de atenção e de observação, pedindo à criança que identifique onde está no puzzle as peças de encaixe. O material em madeira é muito leve, fácil de manusear e chamativo.
É uma grande compra.


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Resumo (mais info)

Qualidade/Preço: 5
Benefícios: motricidade fina, memória e atenção
Idade: 4 anos
Classificação: 9

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A testar

Dezembro 20th, 2011
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Nova rubrica: vamos falar sobre brinquedos. Bem, vamos fazer mais do que falar, vamos ver o que está bem e o que está menos bem, dar uma opinião sobre as áreas que esse brinquedo estimula nas crianças, a idade adequada para começar a utilizá-lo,…

Os brinquedos aqui reportados são vistos, analisados e experimentados e a opinião dada é feita com base na experiência de trabalho e no conhecimento adquirido em psicologia infantil.
Vamos mostrar fotografias que tentem mostrar da melhor forma o brinquedo.

Podem seguir a nova categoria A testar que vai conter todos os testes.

Assim, além da apreciação geral sobre o brinquedo, temos um resumo de 4 parâmetros de avaliação:

Qualidade/Preço: com uma escala de 1 a 5, abaixo descrita,
1 – Preço elevado para a qualidade do produto
2 – Preço maior do que a qualidade do produto
3 – Preço adequado à qualidade do produto
4 – Boa qualidade para o preço do produto
5 – Grande qualidade para o preço do produto

Benefícios: áreas que desenvolve e estimula.

Idade: A partir de que idade a criança beneficia mais do brincar.

Classificação: apreciação geral do produto, tendo em consideração todos os critérios, numa escala de 1 a 10.

Todas as sugestões/opiniões são bem vindas.
Participem!

Gerir os conflitos conjugais protegendo os filhos

Dezembro 14th, 2011
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Quando nos sentimos zangados, nem sempre é fácil parar para pensar na razão da nossa zanga; mais difícil ainda não a carregar connosco durante o dia e lançá-la em cima das pessoas de quem mais gostamos; por vezes basta um pequeno comentário ou contratempo para elevarmos a voz ou dizermos coisas que mais tarde nos arrependemos.

Mais complicado é gerir discussões frente a crianças. É a pensar nelas que deixamos aqui algumas sugestões para gerir os conflitos conjugais, de modo a que as afectem o menos possível.

Não utilize as crianças como armas: é frequente que, quando as pessoas estão magoadas, queiram magoar o cônjuge. Por vezes utilizam a relação com os filhos para causar esse efeito; o afastar as crianças dos pais é prejudicial para todos, pais e filhos. O envolvimento das crianças nas disputas conjugais pode fazer com que elas de algum modo se sintam responsáveis.
- Separe os papéis de pais dos papéis de cônjuge; evite referir-se ao cônjuge em termos críticos ou culpabilizantes. Explique aos seus filhos que as desavenças entre os pais não estão relacionadas com eles.

Não deixe que as crianças se metam no meio: é normal que as crianças queiram intervir quando vêem que os pais estão zangados. A confusão na família assusta as crianças e faz com que queiram participar, acalmando o ambiente.
- Explique-lhes que não têm a responsabilidade de resolver os conflitos entre os pais, que são os adultos que têm de fazer isso; as discussões podem ser desagradáveis, mas os adultos precisam de resolver os seus problemas. Nunca lhes peça para «levar recados» ou «guardar segredos».

Aborde os conflitos conjugais de modo a que as crianças compreendam: apesar dos pais se sentirem demasiado cansados ou tristes com os conflitos, a verdade é que as crianças se apercebem do que se passa e necessitam de ajuda para enfrentar as suas emoções.

- Quando se sentir calmo, arranje algum tempo para falar com as suas crianças sobre o que se passa; incentive-as a falar sobre o que sentem e o que as preocupa. Seja qual for o medo que elas tenham, transmita-lhes que apesar do que se está a passar, que elas não têm culpa nenhuma do que se está a passar, que é normal que se sintam tristes e que os pais vão sempre gostar e tomar conta delas.

Mantenha-se atento aos pequenos detalhes do dia-a-dia das suas crianças: preste atenção aos acontecimentos diários das crianças; elas podem ficar ansiosas com as mudanças, por mais pequenas que nos pareçam. As crianças precisam que os pais mantenham uma grande proximidade emocional e necessitam dessa proximidade especialmente nas alturas de crise na família.

Informe os seus filhos quando os conflitos acabam: é um grande alívio para as crianças quando percebem que os conflitos entre os pais terminaram.

E sim, sabemos que é mais fácil falar do que agir, mas se conseguirmos colocar em prática algumas destas técnicas, vão certamente melhorar as relações em casa.
Contem-nos as vossas experiências, dificuldades e sucesso e nós tentaremos ajudar.

Ansiedade

Agosto 31st, 2011
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Dor de barriga, palpitações, suores, … quem ainda não sentiu ansiedade em alguma situação na sua vida? Acontece a todos, de pequenos a grandes.

Nas crianças é comum sentirem ansiedade, em particular quando enfrentam situações novas, tal como a entrada para a escola ou o regresso à mesma. Dificuldades em dormir, em comer ou mesmo frases de recusa em ir à escola não são de surpreender. (Ver Ansiedade: o «nervoso miudinho»).

A preocupação deve surgir quando ainda acontece ao fim de pelo menos um mês e traz stress/sofrimento à criança; alguns dos sintomas podem ser a dificuldade em separar-se dos adultos significativos, em estar sozinha ou ir para outros locais sem os adultos, a preocupação em perder os adultos (que aconteça alguma coisa à criança, como perder-se, ou ao adulto), os pesadelos, entre outros sintomas.
Neste cenário, fará bem considerar procurara ajuda de um especialista em saúde infantil, como um pediatra, psicólogo ou pedopsiquiatra – alguém em quem confie.

Entretanto, pode ir ajudando a diminuir a ansiedade, falando com a criança sobre os seus receios e tranquilizando-a, de modo a que ela se sinta segura.

Por exemplo, crie uma rotina quando vai buscar a criança à escola e caso haja alterações, ligue para a escola e peça para avisarem a criança que vai chegar mais tarde ou será outra pessoa – o avô, a irmã mais velha, o tio, a ir buscá-la.


Fique com a criança 5 minutos antes desta adormecer, lendo uma história ou conversando, para a prepara para o sono.

Incite a criança a ser autónoma e independente, sem a forçar (não aumentar a ansiedade).

South Park e maus comportamentos

Março 11th, 2011
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Chegamos ao fim da análise do elaborado episódio do South Park.

Como acontece com vários episódios destes desenhos animados, têm sempre material sério na sua base, permitindo a reflexão sobre assuntos importantes com humor e diversão, da qual esperamos ter apresentado informações que nos permitam melhorar.

Em muitas ocasiões, como é o caso deste episódio, foi possível retirar informação complexa do que pode provocar problemas de comportamento em crianças e que abordagens podem (ou não) resultar.

Esperamos que os artigos de análise tenham ajudado a compreender estas abordagens e a informação que o episódio pretendia transmitir.

Aqui fica a listagem dos vários artigos para fácil navegação:

  1. Problemas de comportamento: um olhar diferente
  2. Treino comportamental… ou não
  3. Maus-tratos (?)
  4. Pais e amigos

Finalmente, apresentamos o episódio completo em seguida, podendo-o ver por inteiro no sitio do South Park. É bem divertido:

Pais e amigos

Março 9th, 2011
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Terminamos hoje a análise do episódio de South Park. Neste último trecho apresenta-se a questão dos filhos serem nossos amigos em vez de filhos: tal como as crianças procuram crianças da sua idade para brincar e fazer amizades, também os adultos o fazem com os da sua idade. A relação com os filhos é em primeiro lugar de pais porque eles precisam de nós como pais, figuras que protegem do mundo mas também que impõe as regras e a autoridade. Amigos encontram-se principalmente entre os seus pares.

Há perigo de fazer dos filhos os nossos amigos, contando-lhes a nossa vida: forçamo-los a crescer mais depressa, não correspondem ao que os adultos precisam porque não tem um nível de compreensão e de experiência de vida que permita a compreensão dos problemas e ficam preocupados com os problemas dos adultos, o que muita vez se traduz em dificuldades na escola (porque já têm a cabeça cheia com outras questões).

O nivelar da relação retira também a autoridade ao adulto, pois a criança vê-o como um igual em vez de alguém com poder de o recompensar ou de o fazer assumir as responsabilidades. As crianças sentem conforto em saber que os pais estão disponíveis para elas, para as guiar e ajudar.

Este é um artigo numa série sobre um episódio dos desenhos animados South Park.
Os anteriores artigos são:

  1. Problemas de comportamento: um olhar diferente
  2. Treino comportamental… ou não
  3. Maus-tratos (?)

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